NBA – Prêmios de meia temporada

Temporada 2016/17 da NBA acaba de chegar na sua metade com o All-Star Weekend já nos dias 17, 18 e 19 de fevereiro. Com isso, preparei um post bem básico com os “Prêmios de meia temporada” do melhor basquete do mundo, ou seja, deixarei aqui os meus vencedores para vários prêmios como MVP Rookie Of The Year. Continuar lendo

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A melhor corrida para MVP dos últimos anos

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Nos últimos anos, a NBA teve dois principais jogadores brigavam pelo MVP: Kevin Durant LeBron JamesDerrick Rose foi um “desconhecido” de 2010 até a temporada passada, nada muito levado a sério. Foi meio que uma temporada fora da curva para ele. Acho que 80% dos fãs apostou e deverá apostando, pelo menos nos próximos, 3/4 anos, ainda em LeBron para levar o título, até porque ele continua sendo o melhor da liga, mas a disputa para o prêmio nesta temporada não tem o King como principal nome, mesmo ele estando no Top 5. Continuar lendo

A nova lesão de Derrick Rose afeta tanto ele, como os Bulls

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Após um começo meio tímido, Derrick Rose foi se soltando cada vez mais e ia recuperando a boa forma de anos atrás. Isso era muito importante para que o sonho do Chicago Bulls de vencer novamente um título, fosse aumentando cada vez mais. A equipe é muito forte e bem compactada. Mas, por incrível, aquela antigo pesadelo apareceu mais uma vez na carreira de Rose. Com um rompimento no menisco do joelho direito, o armador da equipe de Illinois ficará fora pelo restante da temporada, e isso afeta tanto ele, como a equipe. Continuar lendo

Entenda como funciona os Playoffs da MLS

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Restam apenas três rodadas para o fim da temporada regular da Major League Soccer, o que acarreta com vinda dele: OS PLAYOFFS. Na MLS esse formato é disputado desde o início da liga em 1996 até hoje. Houveram algumas mudanças, é claro. Mas o objetivo continua sendo um só: o título da MLS Cup.

Sem querer fazer comparações quanto a grandeza do evento, a MLS Cup no Soccer é equivalente ao Super Bowl no Football. Disputa-se uma temporada regular dividida em duas conferências, depois jogos de mata-mata na postseason (na NFL só “mata”) e a decisão do título em um jogo único. Vamos entender um pouco esse formato.

Bem, as duas conferências da MLS (Oeste e Leste) têm nove e dez times, respectivamente. Isso deve mudar próximo ano com a chegada de novas franquias, mas não é assunto para agora.

– Os cinco primeiros de cada conferência garantem vaga na pós-temporada, com  4° e 5° se enfrentando em jogo único no Wild Card. Dando empate, prorrogação e pênaltis.

– Os vencedores de Wild Card enfrentam o 1° colocado de cada conferência nas semifinais, com 2° e 3° se enfrentando. Jogos de ida e volta com a regra do gol fora de casa.

– Os vencedores de cada semifinal se enfrentam na final de conferência (obviamente) disputando uma vaga na MLS Cup. Também jogos de ida e volta, valendo gol fora como critério de desempate.

– E o objetivo final dos 19 clubes que participam da MLS: a MLS Cup. Jogo único na casa do time de melhor campanha (antes a sede era pré-definida). Caso haja empate, prorrogação e pênaltis.

Os playoffs desse iniciam no dia 29 desse mês com o jogo de Wild Card e só acabam um mês depois com os jogos de finais de Conferência. A MLS Cup será realizada no dia 7 de Dezembro.

Vários times já garantiram vaga na pós-temporada. No Leste, DC United e Sporting Kansas City. No Oeste, LA Galaxy, Seattle Sounders, Real Salt Lake e FC Dallas, restando apenas uma vaga que deve ficar entre Vancouver Whitecaps (40 pontos) e Portland Timbers (39 pontos).

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Em um grande dia para o Ottawa Senators, Bobby Ryan renova e Erik Karlsson é nomeado capitão

Dois dos mais importantes para Ottawa, Bobby Ryan e Erik Karlsson fizeram todo torcedor do Senators feliz (FOTO: reprodução)

Nesta manhã (02), um grande passo foi dado na organização do Ottawa Senators. Assinaram por mais 7 anos, $7M per com o ala Bobby Ryan e anunciaram que Erik Karlsson seria seu novo capitão.

Um dos melhores atacantes de força da liga, Bobby Ryan e o Ottawa Senators chegaram à um acordo após uma imensa novela sobre o futuro do americano. Trocado a peso de ouro pelo Anaheim Ducks, em sua primeira temporada com equipe canadense, Ryan manteve sua média: muitos gols e poucas assistências. Apesar do bom número de gols (23) em 70 jogos, todos esperam que o jogador volte à sua antiga forma e chegue perto dos 30 gols. Apesar de um salário bem alto, em uma linha com Kyle Turris e Clarke MacArthur, com a genialidade de Erik Karlsson vindo da defesa, Bobby tem tudo para voltar ao seu melhor e ajudar o Senators na busca pelos playoffs e justificar o preço pago.

Mudando de ataque – nem tanto – para a defesa, Ottawa anunciou que o melhor defensor-atacante da liga e um dos melhores jogadores da atualidade, Erik Karlsson, é seu novo capitão. Já era uma coisa prevista (dava pitacos sobre isso desde quando Jason Spezza havia sido nomeado capitão). Nono capitão da história do Senators, Antes de ir à mídia para fazer o anúncio junto de Eugene Melnyk (GM), Karlsson conversou por 40 minutos com o também sueco e lendário ex-capitão da história de Ottawa, Daniel Alfredsson.  Erik foi a melhor e mais fácil escolha que a equipe poderia fazer.

A 15ª escolha do Draft de 2008 e vencedor do Troféu Norris (melhor defensor da temporada) em 2011-12, Karlsson vem para mais uma expectativa de ultrapassar dos 70 pontos, novamente, coisa que para um atacante já é uma tarefa bem complicada.

Esses foram os primeiros passos para a inconsistente equipe do Senators voltar aos playoffs. Certamente os torcedores ficaram – e devem – muito felizes com essas duas notícias e esperam que esses dois jogadores possam guiar o time para o rumo certo.

Nosso muito obrigado, Captain

 

A imagem que ficará na história do beisebol
A imagem que ficará na história do beisebol

 

Não, eu não poderia deixar de falar sobre um dos jogadores que fez esse mero apreciador. amar este esporte chamado beisebol. Derek Jeter… sem dúvida um dos melhores de sua posição na história. Jogador que atuou sua carreira toda pelo New York Yankees, desde 1995, lugar onde conquistou várias glórias – várias mesmo. Se você pelo menos não respeita Derek Jeter, não sei qual o seu problema. Ele é uma das personalidades mais influentes da história do beisebol, por todo o seu respeito com os adversários e companheiros de time. Um ídolo de várias gerações. Esse texto é pra falar sobre sua carreira tanto dentro como fora do campo.

CARREIRA

Não queria falar tanto sobre estatísticas, principalmente avançadas, mas ele merece. Jeter tem números espetaculares ofensivamente para um jogador de uma posição que tem jogadores mais franzinos e rápidos, que não são tão potentes no bastão. Normalmente um shortstop serve mais para chegar em base por ter bastante velocidade, Jeter é bem mais que isso. Na temporada de 1999, Jeter teve números absurdos, com 24 HRs, 134 corridas anotadas e 102 RBIs, .349/.438/.552, além de um WAR incrível de 7.4. Sua efetividade ofensiva foi muito importante para os três títulos seguidos de World Series dos Yankees (1998-2000). É, possivelmente, um dos ou senão o melhor SS ofensivo de todos os tempos (Briga com Cal Ripken Jr.). Além disso, Derek Jeter é considerado por muitos o MAIOR jogador da história dos Yankees, ultrapassando até Babe Ruth. Ele é o jogador que mais rebateu (3,453), atuou (2,738), bases roubadas (357) e At Bats (11,161) da história da equipe do Bronx.

Defensivamente, Jeter deixa BASTANTE à desejar. As cincos luvas de ouro conquistadas pelo Captain, meio que “esconde” o defensor abaixo da média que ele é. Seu DRS (defensive runs saved) em 2005, ano que ganhou uma das suas cinco luvas de ouro, era é de tristes -27. Ele custou bastante corridas aos adversários. Ele percebeu isto depois de alguns anos, mas por conta da idade e das lesões, ele até diminuiu a quantidade de erros, mas não o suficiente para torna-lo um defensor regular. Engraçado que um shortstop, normalmente, tem o dom de ser pelo menos regular defensivamente e ter seus lampejos no ataque, mas Jeter é diferenciado por conta do seu poderio ofensivo. Aliás, deixou aqui uma das exceções de Derek Jeter na defesa:

E claramente não poderia deixar de falar o porquê dos apelidos “Mr. November” e “Captain Clutch. Seus feitos nas pós-temporada são inacreditáveis. The Cap é o jogador que mais atuou em jogos de pós-temporada, muito por conta das ótimas equipes que sempre teve ao lado e ao domínio dos Yankees no fim dos anos 90/começo dos 2000. São vários recordes que irão demorar para serem batidos na pós-temporada. Recordes de Jeter na pós temporada: Mais duplas (32), mais bases totais (302), mais rebatidas (200), mais corridas anotadas (111), mais At Bats (650) e mais partidas jogadas (158). Resumindo: Ele é simplesmente o cara que mais apareceu na pós-temporada na história, vencendo incríveis 5 anéis. Vale lembrar esse lance incrível contra os A’s na ALDS de 2001:

Uma das frases mais marcantes, pelo menos pra torcida do NY Yankees é a seguinte:

Eu tenho/tinha o melhor trabalho do mundo. Apenas uma pessoa pode ter. Você tem shortstops em outros times – Sem querer menosprezar os outros times – mas só existe UM shortstop no Yankees.

INFLUÊNCIA E VIDA SOCIAL

Saindo dos termos ofensivos, defensivos e pós-temporada, falemos da importância dele para todos os fãs de beisebol pelo mundo. Todo seu respeito ao jogo e a entrega, tornam Jeter, pelo menos entre a maioria, um dos jogadores mais admirados da história da MLB. Seus feitos para, não só ao beisebol, mas como para a sociedade são bem importantes. Jeter é dono da “Turn 2 Foundation”, criada em 1996, que é uma organização de caridade, que serve para ajudar crianças e adolescentes contra o uso de drogas e álcool.

Dá pra perceber essa grande influência de Jeter no beisebol em vários aspectos. Um dos eles foi que Ian O’Connor, colunista sobre MLB na ESPN Americana, escreveu um livro contando toda a jornada de Jeter pelos campos da liga. O livro vendeu bastante e o legal é que várias frases do atleta estão no livro. Como esta: 

Pode haver pessoas com mais talento que você, mas não há nenhuma desculpa para qualquer um trabalhar mais que você.

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Isso será só pra dar uma ressalva sobre a vida fora dos campos de Jeter. Ele é conhecido por ser bastante mulherengo (jogador, dinheiro e tudo mais). Ele já namorou com todos os tipos de mulheres e as largou, rs. Com isso, o pessoal do SB Nation fez um espécie de time das ex-namoradas de Jeter em toda sua longa carreira no beisebol. O time ficou BEM interessante…

Esse time é de título
Esse time é de título!

FALA DE UM ADMIRADOR

Eu não poderia deixar de falar sobre ele. Jeter é uma das minhas influências para gostar/amar o beisebol. Toda a paixão e entrega que ele coloca em todos os jogos que atua (e são MUITOS, acredite) é uma coisa simplesmente fantástica. Toda a liga tem um respeito mútuo à essa lenda. Todos seus esforços e rebatidas farão bastante falta no campo. Não veremos ele na pós-temporada, então temos que aproveitar todo esses restinho de Derek Jeter com um bastão de beisebol nas mãos.

Pode parecer, mas não, eu não sou um torcedor do Yankees. Não importa, ele é um dos meus jogadores preferidos. Jeter fez eu assistir beisebol de um jeito mais aprofundado. Com isso, aprendi a admirar não só ainda mais os feitos dele na carreira, mas o que ele significa pro esporte. Ele deixará bastante saudade. Eu fui um grande sortudo por pegar boa parte da carreira dele, e não digo só ao vivo, mas sim em vídeos também. Ele é um dos grandes pioneiros para os mais novos. Eu até poderia falar mais e mais sobre Jeter, mas isso daria um post gigantesco. Obrigado por tudo, CAP! #FarewellCaptain

Aqui um momento bem legal do sobrinho de Jeter, Jalen, “saudando” seu tio na sua última partida no Yankee Stadium

VÍDEOS DA CARREIRA INCRÍVEL DE DEREK SANDERSON JETER

 

Aqui a homenagem para Jeter

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O adeus de uma LENDA #FarewellCaptain

Chegou a vez dos Dodgers?

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Mesmo após um começo de temporada bem abaixo do esperado, muito por conta da ausência desse moço acima, o Los Angeles Dodgers encontrou os caminhos da vitória e conseguiu terminar a temporada regular com o título da divisão Oeste da Liga Nacional. O San Francisco Giants havia começado muito bem a temporada e parecia que ia levar com sobra o título da divisão, até porque Clayton Kershaw passou várias semanas contundido nos princípios de temporada e o ataque não conseguia engrenar, principalmente nos meses de maio e abril.

Passada várias semanas sem seu astro, a volta de Kershaw ao montinho parece ter dado um maior gás a todo o time. Sua importância no campo é incrível, já que se Kershaw joga bem, todo o resto do elenco joga bem e os Dodgers alcançam grandes vitórias. Seus números na temporada regular são absolutamente espetaculares em apenas 27 jogos disputados:

CLAYTON KERSHAW EM 2014

21W/3L (1º) 1.77 ERA (1º) 239 Strikeouts (5º) 10.85 K/9 (1º) 1.41 BB/9 (6º) .280 BABIP (25º) 0.41 HR/9 (3º) 1.80 FIP (1º)

7.2 WAR (1º)

 

Os Dodgers já estão classificados e agora brigam, nos últimos jogos da temporada, para ficar com o mando de campo tanto na NLDS como na NLCS. A moral da equipe está no topo, já que a dominância mostrada nas últimas séries é uma coisa amedrontadora. O Nationals tem a melhor campanha da National League até o momento, e por enquanto vai pegando San Francisco Giants ou Pittsburgh Pirates, times que brigam farão o jogo de Wild Card. LA, por outro lado, vai enfrentando sua pedra no sapato da temporada passada: O St. Louis Cardinals. Na atual temporada, os Dodgers venceram a “série” contra os Cardinals por 4 a 3, e parecem estar bem mais preparados que na temporada passada.

O fato é que: a renovação de Kershaw fez com que os Dodgers ficassem com a maior folha salarial da MLB (disparada). Esse dinheiro todo gastado num time muito poderoso tem que trazer resultados. Tudo bem que a melhor campanha da temporada regular é do Los Angeles Angels, mas quem sabe se Kershaw estivesse saudável e o ataque funcionando a equipe já não estaria com 100 vitórias, né?

Sim, a equipe da Califórnia já merece pelo menos voltar para a World Series, mas querer não é poder, certo? Como já dito, a pedra no sapato dos Dodgers provavelmente irá revê-los após a tragédia nos Playoffs da temporada passada. Mas, como já dito, os Dodgers estão bem mais preparados que na temporada passada, com um time bem mais forte e com a rotação jogando muito bem. Não tem time melhor que o Los Angeles Dodgers na National League, só falta confirmar este favoritismo.

Palpites – Prêmios Individuais MLB

Trout e Kershaw caminham a passes largos ao MVP (e Kershaw ao Cy Young também)
Trout e Kershaw caminham a passes largos ao MVP (e Kershaw ao Cy Young também)

A temporada 2014 do beisebol está acabando, e tá na hora de fazer os palpites para os prêmios individuais. Eu, Gêra Lobo, juntamente com mais quatro entendedores/conhecedores/experts de MLB no Brasil, daremos nossos palpites para os prêmios, com uma breve explicação. Qualquer corneta, é só deixar nos comentários ou mandar mentions no Twitter. HERE WE GO!

– Gêra Lobo – @EsportesUSA_

AL MVP – Mike Trout (Los Angeles Angels)

Meio óbvio né? Mike Trout é o melhor da atualidade nesse amado esporte chamado baseball. A importância que ele tem Anaheim em simplesmente gigantesca e os números mostram. Além de levar sua equipe a melhor campanha da MLB em 2014, já com vaga mais que garantida aos Playoffs, Trout lidera a MLB em duas das principais estatísticas em ataque no baseball: WAR (8.1, lidera com muita folga) e wRC+ (170). Isso mostra a grande eficiência dele no ataque, além de ser muito bom defensivamente também. O fato é que: Trout vai ter finalmente a chance de atuar na pós-temporada, na sua possível melhor temporada da carreira. Não em números, mas em importância no campo. Se ele não vencer, será um dos maiores “roubos” da história dos prêmios da MLB.

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AL Cy Young – Felix Hernandez (Seattle Mariners)

Essa é de longe a melhor temporada da carreira de King Hernandez, menos em vitórias e strikeouts por novo entradas, mas isso não é parâmetro para muita coisa. Além de lutar pra levar Seattle aos Playoffs após 15 anos, Felix faz parte da equipe com melhor ERA do baseball. Ele parece estar bem mais à vontade, muito por conta que o ataque dos Mariners, que não é um dos melhores, está conseguindo produzir para dar vitórias para a equipe, isso dá mais confiança ao pitcher, pois ele tem mais segurança em seu jogo sabendo que se ele produzir bem, o ataque pode lhe ajudar. Corey Kluber e Chris Sale que me desculpem, mas esse prêmio tem que ir para o venezuelano.

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AL Rookie Of The Year – José Abreu

Esse prêmio é tão óbvio como 2+2 = 4. O Chicago White Sox tem algumas coisas de se orgulhar nessa temporada e uma delas é José Abreu. O cubano já foi até cotado, em alguns momentos da temporada, para o prêmio de MVP na American League, mas como tem Mike Trout, desiste. Jose Abreu já mostra ser um dos melhores rebatedores da atualidade. Podemos dizer que ele foi o segundo melhor rebatedor da temporada, junto com Giancarlo Stanton, em termos de eficiência, principalmente. Abreu vai terminar a temporada em primeiro em SLG% e segundo em wRC+, perdendo apenas para Mike Trout. Jose Abreu é Top 5 em RBIs e HRs e Top 10 em OBP e AVG. Abreu teria mais RBIs na temporada, se não jogasse num ataque abaixo da média como o do White Sox. O prêmio é dele, sem mais. Tanaka poderia ser seu principal concorrente na briga, mas as contusões atrapalharam o japonês nessa briga.

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NL MVP e Cy Young – Clayton Kershaw (Los Angeles Dodgers)

Para o Cy Young eu não tenho dúvida alguma que Kershaw irá vencer. Mesmo com o ótimo começo de Cueto e a sempre consistência de Adam Wainwright, Kershaw perdeu várias semanas por conta de contusão e a volta dele foi fundamental para a volta das vitórias dos Dodgers. O ace dos Dodgers tem números absurdos. Kershaw lidera a liga em quase todos os quesitos: ERA, K/99, FIP, vitórias (junto com Wainwright, mas Kershaw 6 jogos a menos) e xFIP. Esse prêmio tem que ir pra ele. No MVP, Giancarlo Stanton era meu favorito durante a temporada, mas sua contusão fez com que perdesse a chance desse prêmio.  Jonathan Lucroy até briga por ser ótimo tanto ofensivamente como defensivamente, mas não dá. Kershaw wins.

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NL Rookie Of The Year – Jacob DeGrom (New York Mets)

Esse é um jogador muito interessante. Jacob DeGrom foi uma das gratas surpresas nesta temporada. Subiu para as majors ali no meio da temporada, mas parece que já atuava contra os melhores rebatedores do mundo já faz algum tempo. Os números dele são incríveis. Os Mets já tem, além de Matt Harvey, um ótimo jogador com potencial para Ace em alguns times. Esse é o prêmio mais controverso. Uns dizem que Billy Hamilton merece, mas pra mim ele é o segundo na briga. DeGrom merece. PS: Foi uma fraca safra de rookies na NL.

– Vinicius Veiga – @spinballnet

AL MVP – Mike Trout (Los Angeles Angels)

Sem discussão quanto a este prêmio. Trout tem sido o melhor jogador da temporada desde o primeiro mês. Adicionou na rebatida de força a lacuna que faltava para se tornar um atleta completo no ataque. É o jogador mais perto da perfeição que podemos encontrar no beisebol hoje em dia.

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Cy Young – Felix Hernandez (Seattle Mariners)

Todo ano Felix Hernandez entra como um dos favoritos ao prêmio. Mas os Mariners, nas últimas temporadas, deixaram a desejar quando o assunto é ter time competitivo, o que limitava seu cartel de vitórias (infelizmente é um aspecto levado em conta) e assim diminuindo seu valor entre os demais. No entanto, o Seattle Mariners é agora um time de pós-temporada e com o venezuelano tendo a melhor temporada da carreira, ele é quase certeza quanto ao Cy Young.

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AL Rookie Of The Year – Jose Abreu (Chicago White Sox)

Jose Abreu é, não só o melhor novato da temporada, mas também um dos melhores rebatedores do beisebol. Não há nenhum concorrente que chegue perto de disputar o prêmio. Talvez se Tanaka ficasse por mais tempo saudável. Chega a ser o prêmio mais previsível do ano.

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NL MVP e Cy Young – Clayton Kershaw (Los Angeles Dodgers)

Clayton Kershaw tem sido o cara. Melhor temporada por um arremessador canhoto em muito tempo, dominante em todos os meses do ano enquanto esteve saudável. Sem nenhuma discussão, merece cada centímetro do pedaço de prata que vai lhe colocar num patamar ainda maior.

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NL Rookie Of The Year – Billy Hamilton (Cincinnati Reds)

Disputa mais acirrada dos prêmios. Aqui o duelo fica entre deGrom e Hamilton. Prefiro o segundo citado, já que em casos tão parecidos assim o impacto de um jogador de linha é maior que arremessador. Hamilton tem colocado grande parte defensiva e velocidade ao longo do ano, se estabelecendo como um dos jogadores de campo central mais produtivos da National League. Qualquer escolha aqui faz muito sentido.

 

– Vitor Camargo – @tmwarning

AL MVP – Mike Trout (Los Angeles Angels)

Trout é o melhor jogador do baseball – e um dos melhores de todos os tempos – desde que chegou na MLB com 20 anos. E ele foi o melhor jogador em cada uma das três temporadas que jogou, e a única coisa que o impediu de ganhar dois troféus de MVP (injustamente) foi o fato do seu time não ter ido aos playoffs em nenhuma delas – mesmo que tivesse mais vitórias que o Tigers de Miguel Cabrera em 2012. Mas esse ano, não tem como tirar o prêmio do CF: ele ainda é o melhor jogador do mundo, mas agora seu time é o melhor da MLB e vai aos playoffs com louvor. Além de liderar a MLB em várias estatísticas e categorias avançadas por uma boa margem, Trout também lidera a MLB em várias das famosas (e ridículas) “estatísticas tradicionais”: ele lidera a liga em corridas anotadas, corridas impulsionadas, e é quinto em Home Runs. Não tem nenhum motivo para ele não ganhar dessa vez o prêmio que merece desde que pisou nas grandes ligas.

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AL Cy Young – Corey Kluber (Cleveland Indians)

Uma escolha pouco sexy, já que Felix liderou essa corrida pelo ano todo e parece estranho outro SP ganhar o prêmio. Mas Kluber tem sido tão bom quanto, ou mesmo melhor, do que Felix. Ambos jogaram o mesmo número de entradas (na verdade Kluber tem 0.2 a mais, mas enfim), e portanto é simplesmente escolher qual deles foi mais dominante. E nisso Kluber tem uma pequena vantagem: ele lidera os pitchers da AL em FIP e fWAR, e embora Felix tenha vantagem em ERA, essa diferença pode ser muito facilmente explicada pelo fato de que Kluber tem atrás de si a pior defesa da MLB e joga em um estádio menos favorável do que Felix. Ele não tem o nome do seu concorrente, mas Kluber tem sido o melhor arremessador não-Kershaw da temporada e merece o prêmio.

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AL Rookie Of The Year – José Abreu (Chicago White Sox)

Com Tanaka saudável, TALVEZ tivéssemos uma disputa nesse prêmio. Sem ele, não tem como ninguém sequer questionar esse prêmio para um calouro que é quarto da MLB em home runs, lidera a liga em SLG%, e é o melhor ou segundo melhor rebatedor de 2014 (Trout sendo o outro). Muito fácil.

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NL MVP e Cy Young – Clayton Kershaw (Los Angeles Dodgers)

O debate sobre se pitchers podem ser MVPs é ridículo: eles podem e pronto. Essa é uma corrida entre dois jogadores, Kershaw e Jonathan Lucroy (melhore logo, Stanton). Embora a primeira vista Kershaw tenha uma certa vantagem por uma campanha história, essa campanha faz muito mais sentido quando se olha toda a “ajuda” de fatores externos que ele teve (a temporada ainda é histórica sabendo disso? Sim. Sem dúvida. Mas bem menos) e quando lembramos que ele perdeu seis ou sete jogos com lesões. Então Lucroy e Kershaw estariam em pé de igualdade. Meu voto vai para Kershaw porque, se ambos fizeram uma diferença aproximadamente igual, Kershaw o fez por um time que se beneficiou mais dessa diferença para mudar o resultado final da temporada e ir aos playoffs. Então por mais injusto que pareça, o canhoto leva o prêmio pelo seu time ter ido aos playoffs como “critério de desempate”. Mas se quiser votar em Lucroy, nenhum problema nisso. Foi o melhor fielder de 2014. Er… Quer dizer… Really? Não preciso nem comentar…

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NL Rookie Of The Year – Jacob DeGrom (New York Mets)

Essa é outra corrida entre dois homens, Billy Hamilton e deGrom. OS dois estão mais empatados do que parece, e é uma questão de qual critério valorizar mais: Hamilton jogou o ano todo, foi consistente, e ofereceu mais valor total ao longo da temporada, sendo um dos melhores corredores E defensores da liga. deGrom jogou só metade do ano, mas foi extremamente dominante quando jogou – se qualificasse com entradas o suficiente, seria #4 da NL em FIP e #11 em ERA. Então é uma decisão entre premiar valor total, ou quem foi mais dominante. Eu prefiro o segundo, e portanto meu voto vai para deGrom, que tem sido uma história impressionante desde que chegou nas grandes ligas. Mas qualquer um dos dois seria um vencedor justo.

 

– Almir Junior – @MLBBrasil

AL MVP – Mike Trout (Los Angeles Angels)

Difícil imaginar que Mike Trout foi selecionado em 25º na primeira rodada do draft de 2009. Ainda mais vendo que pouquíssimos jogadores vingaram. Pois é. Trout chegou como um furacão nos Angels. O resultado foi o título da AL West e a coroa de MVP. Quando ele está no bastão, energiza o jogo. Ele tem apenas 23 anos e já foi para o 3º All-Star Game, sendo MVP do atual. Já chegam a falar que Trout será o “sucessor de Derek Jeter”. Só o tempo dirá. Mas o potencial está aí. Só saber usar direitinho.

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AL Cy Young – Felix Hernández (Seattle Mariners)

Chris Sale, me desculpe. Você também merece o Cy Young. Mas quando falamos de Félix Hernández, falamos de insanidade. Porque quando o Rei está no montinho, é isso o que vemos: os rebatedores saindo desolados porque o repertório dele é de outro mundo. Não chega a ser igual à Kershaw, com as devidas comparações. Mas ele é o melhor destro no jogo hoje. É o motor de arranque dos Mariners desde o começo do declínio de Ichiro Suzuki (hoje nos Yankees). Esse ano, recebeu a ajuda que tanto precisava no lineup: o nome que botasse medo, que atende por Robinson Canó. Ainda que Canó não esteja tendo uma temporada excepcional, os Mariners passaram a ser vistos com outro olhar. E por isso ainda tem chances de playoffs.

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AL Rookie Of The Year – José Abreu (Chicago White Sox)

Desde o começo do ano, saberíamos que o novato não seria americano. Ou seria Masahiro Tanaka, ou Abreu. Tanaka machucou os ligamentos do cotovelo e o resto da história você já sabe. Com isso, o RoY sobrou de lambuja para o cubano. Abreu é o óasis dos White Sox junto de Chris Sale. A esperança de que num dia próximo os alvinegros de Chicago irão voltar a competir. Num ano em que o maior ídolo recente do time, Paul Konerko, se aposenta, Abreu mostra aos torcedores um novo projeto de ídolo. E o mais importante é a porta aberta aos cubanos. É claro que ele não é o precursor. Mas ele é o primeiro que realmente traz um impacto para a liga. Puig trouxe ano passado, mas não chega a se comparar com Abreu. Agora, temos um dilema: em 2013, José Fernandez foi RoY na Liga Nacional; agora, Abreu na Liga Americana. E para 2015, a esperança cubana atende pelo nome de Yasmani Tomas. Pelo que dizem os gurus dos prospectos, é o rebatedor mais potente da ilha desde Alfredo Despaigne. Será que teremos outro cubano como RoY ano que vem?

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NL MVP e Cy Young – Clayton Kershaw (Los Angeles Dodgers)

Clayton, Clayton. Ele tem tudo para ser o primeiro arremessador à ganhar o prêmio de jogador mais valioso da Liga Nacional desde Bob Gibson em 1968. E também o Cy Young. Sabe porque? Porque ele é o arremessador mais dominante deste século. Não tem quem se equipare com ele desde 2001. Os números dizem tudo. Olhe para o aproveitamento dos rebatedores sobre ele. O maior índice foi de 26,5% em 2008, sua temporada de novato. Depois, não passou de 21,4% em nenhuma das outras temporadas. Sem falar que ele pouco sofre lesões. Nesse ano, precisamente, ele desfalcou os Dodgers por algum tempo em abril, e quando voltou, dominou. Um ERA abaixo de 2 é para poucos. Duas temporadas com esse feito é pra pouquíssimos. Tenho certeza que Kershaw está fazendo valer cada dólar da sua extensão multimilionária da última offseason.

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NL Rookie Of The Year – Jacob DeGrom (New York Mets)

Infelizmente, a classe de novatos da Liga Nacional não ajudou nesse ano. Não que os novatos não sejam bons. Longe disso. Mas o potencial deles não foi mostrado totalmente nesse ano. Isso serve, por exemplo, para Billy Hamilton, que tem potencial para ser o melhor homem de leadoff da liga. Mas esse ano ele ainda está fazendo ajustes no bastão. E a falta de alguém que fosse dominante acabou revelando alguém que tinha um potencial que nem mesmo o seu próprio time acreditava que ele tinha. Jacob deGrom, que era shortstop na faculdade, vem surpreendendo tanto nesse ano que vai levar o RoY. Ele nunca foi um top prospect. Ele nunca foi um flamethrower. Um jogador que voou pelo farm system por 2 anos após uma cirurgia Tommy John. Mas ele persistiu. Nas Grandes Ligas, soube trabalhar a conta direito, trouxe um bom repertório e é um competidor nato. O resultado é a dominância. Quem gosta disso é os Mets, que tem em suas mãos uma nova Geração K com Matt Harvey, Zack Wheeler e Noah Syndergaard. Basta saber se o ataque vai ser digno para levar esse time pra frente nos próximos anos.

 

– Cassio Lyra – @MLBBrasil

AL MVP – Mike Trout (Los Angeles Angels)

São muitos home runs, muitas corridas impulsionadas. Muito se questiona sobre a sua paciência no bastão com um número alto de strikeouts e um número baixo de walks em relação a temporadas passadas. Mas mesmo assim, o TRUTA é o cara da Liga Americana e vai ganhar o MVP com apenas 23 anos.

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AL Cy Young – Felix Hernández (Seattle Mariners)

Talvez se Chris Sale não tivesse se lesionado, teríamos uma grande disputa pelo CY Young. Sendo assim, nada mais justo que o melhor arremessador da Liga Americana leve o prêmio. King Felix pode ter seu caso para levar o MVP, mas certeza que o CY Young é dele e estará em grande mãos.

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AL Rookie Of The Year – José Abreu (Chicago White Sox)

Nem mesmo as grandes atuações de Masahiro Tanaka pelos Yankees tiraram o impacto deste cubano atuando pelos White Sox. Abreu ficou um tempo na lista de contundidos, mas nem isso baixou sua produtividade no bastão. É muita potência e muitos Home Runs. Certamente os torcedores-sofredores dos White Sox tiveram o que comemorar nesta temporada.

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NL MVP e Cy Young – Clayton Kershaw (Los Angeles Dodgers)

Sei que a temporada de Giancarlo Stanton é monstruosa, digna de MVP, mas o que dizer de um arremessador canhoto que vai levar o título de ERA pelo quarto ano seguido e vai levar o CY Young. Sem contar o fato de ser o melhor arremessador do esporte e ainda está colocando os melhores números da carreira. Como muitos rebatedores que o enfrentam pensam: ‘Não é justo’. Seus números e suas aparições chegam no mesmo nível, ou até melhores, que a lenda Sandy Koufax. Desculpe Adam Wainwright, mas Kershaw vai levar seu terceiro CY Young em seis anos de Major League.

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NL Rookie Of The Year – Billy Hamilton (Cincinnati Reds)

Jacob DeGrom é um cara fantástico e Kolten Wong é o dono da segunda base dos Cardinals. Mas Billy Hamilton merece levar o calouro do ano pelo todo. Muito se questionou sobre seu aproveitamento chegando em base. Ele resolveu. Conseguiu rebatidas e até home runs. Nem é preciso citar sobre os roubos de base, porque isso ele é ótimo. Fora que se tornou um defensor confiável em meio a tantos erros dos Reds.

O mundo paralelo de Saints e Bills nesse início de temporada

Ok, ok. Passaram apenas duas semanas de temporada regular da NFL, mas vários fatos já começam a ser discutidos nesse começo de temporada, e dois deles são os começos de Buffalo Bills e New Orleans Saints, que surpreenderam bastante gente, inclusive a pessoa que escreve esse post. Mas vou tentar explicar o porque desse mal momento de New Orleans e o ótimo momento de Buffalo.

Jimmy Graham chateado após a derrota para os Browns no último domingo (AP Photo/David Richard)
Jimmy Graham chateado após a derrota para os Browns no último domingo (AP Photo/David Richard)

Comecemos com o New Orleans Saints. Um time bastante badalado durante a off-season, os Saints eram, ainda são, cotado por muitos um dos melhores times da NFL e que brigará sim por uma vaga no SuperBowl junto com Seattle Seahawks e San Francisco 49ers na Conferência Nacional, mas o começo de temporada com duas derrotas, com direito a uma para o grande rival Atlanta Falcons, são preocupantes.

Tudo bem que Drew Brees não está jogando mal, tanto que o Saints tem o 3º melhor ataque aéreo da liga, mas a defesa, principalmente a tal secundária tão badalada, está simplesmente irreconhecível. Os Saints tem a pior defesa contra o passe nessas duas primeiras semanas. Champ Bailey, Kenny Vaccaro, Jairus Byrd e Kennan Lewis é uma secundária que, pelo menos no papel, é pra ser uma das ou se não a melhor da NFL, mas parece que isso não veio à tona ainda.

Não sabemos o que acontece com a equipe de New Orleans, pois é uma equipe com vários jogadores muito bons, mas que não estão correspondendo. Pode ser um exagero, mas quem sabe podemos comparar este Saints com aquele tal “Dream Team” dos Eagles de Andy Reid, que tinha um time simplesmente amedrontador no papel, mas que não foi nem aos Playoffs.  Ok, são apenas duas semanas de temporada e muita coisa pode mudar, mas o problema é a oscilação dos Saints nas partidas. Contra os Falcons a equipe chegou a estar vencendo por 13 pontos, mas sofreu o comeback e perdeu.  O fato é que essa grande oscilação não pode acontecer para o time que sonha vencer mais um SuperBowl, e todos sabem que a franquia tem elenco pra isso.

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É só alegria em Buffalo! (Vaughn Ridley/Getty Images)

Esse é um time que, quem acompanha o EsportesUSA_ no twitter, disse para ficar de olho na temporada. Não, em nenhum momento disse que eles brigariam por Playoffs, até porque é um time bastante jovem, com várias promessas para o futuro da NFL… mas parece que esse futuro “chegou” agora, pelo menos é o que mostra esse início de temporada da equipe de NY.

Se você pega e vê os números dos Bills nesse início de temporada, não deverá se assustar muito, principalmente defensivamente, já que, em números puros, a equipe tem a 12ª PIOR defesa da NFL. Ofensivamente o time tem um desempenho apenas razoável, tendo apenas o 17º melhor ataque na temporada. Mas o fato que diferencia o Bills de vários times nesse começo é seu saldo de turnovers. O Buffalo Bills tem um turnover ratio de +4, ou seja, ele forçou quatro turnovers a mais que sofreu. A secundária parece não ter se abatido com a saída de Jairus Byrd, tanto que já fez três interceptações. Além disso, a pressão que os Bills tem feito contra os QBs adversários é gigantesca. Mesmo sem um dos seus pilares na defesa, Kiko Alonso, o time já aplicou 6 sacks nessas duas primeiras semanas. Isso mostra a força de Mario Williams e cia. 

O jogador que faz o ataque de Buffalo andar é CJ Spiller. A equipe tem 7º melhor ataque corrido da NFL, com 153 jardas corridas de média por jogo. Mas Spiller não serve “apenas” para correr. É um jogador bastante versátil em todos os setores do campo. É um ótimo recebedor entre os running backs da liga, além de retornar muito bem. Veja no GIF abaixo o touchdown de Spiller contra os Dolphins na última semana: 102 jardas!

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O tempo vai dizer se esse ótimo momento de Buffalo vai durar ou é só uma coisa passageira. Até porque eles ainda não enfrentaram um contender nessa temporada, mas sim duas equipes do mesmo nível e fizeram sua parte. Basta saber em duelos onde vai requer mais força, a equipe irá se virar bem. É uma equipe com potencial, mas, no meu ponto de ver, não passa de 7 vitórias na temporada.

Vladimir Tkachev: o russo que vem sendo a sensação do momento

Tkachev jogando o Jr Super Series (FOTO: reprodução)

Vladimir Tkachev já havia mostrado seu bom hóquei na QMJHL e MHL. Pela “segunda divisão” do hóquei russo, Tkachev teve bons 54 pontos (20g/34a) em 63 jogos, com ótimos +37 de plus/minus. Após boa passagem por seu país natal, o russo foi selecionado pelo Moncton Wildcats (QMJHL) no Draft da CHL na 39ª escolha geral.

Em sua primeira temporada jogando na América do Norte, Tkachev teve ótimos 30 pontos (10g/20a) em 20 jogos, um crescimento significativo de quando jogava ma Rússia. Mesmo assim, os times da NHL o esnobaram e o jovem talento virou agente livre.

O garoto de apenas 18, 1,76 m e 74 kg teve sua chance de mostrar que podia fazer parte de uma organização da NHL quando Edmonton o chamou para jogar o torneio Young Stars, realizado em Penticton, BC, Canadá, e não decepcionou. Foram 3 pontos, todos por meio de assistências, em 3 jogos. Além dos bons números passando, o Tkachev mostrou ótima presença no jogo, ao anotar 7 disparos e um plus/minus de +2. Além desses números, uma coisa que chamou bastante atenção em seu jogo foi sua capacidade de encontrar companheiros livres e fazer boas jogadas. Foi certamente um dos melhores do torneio.

Ontem, antes do terceiro e último jogo, Tkachev recebeu a notícia que Craig MacTavish, GM de Edmonton, o chamou para fazer parte do training camp do Oilers. Com isso, o russo terá a chance de brigar por uma vaga no elenco da equipe na NHL.

Mesmo que não consiga ir para a NHL agora, muito provavelmente Oilers irá mantê-lo em uma de suas filiais para que ganhe mais experiência e aprimore seus atributos físicos e técnicos.