Prospectos NBA Draft 2014: #27 Elfrid Payton

NCAA Basketball: Louisiana-Lafayette at Arkansas

PONTOS FORTES

– Ótimos atributos físicos. Muita velocidade.

– Muito agressivo no jogo de transição.

– Mesmo sendo armador, é um ótimo reboteiro e utiliza muito bem o box out.

– Ótimo defensor. Induz o seu adversário ao erro na maioria das vezes, pois marca com muita pressão.

– Usa muito bem o pick and roll e as isolations.

– Tem uma ótima visão de quadra para achar companheiros livres.

– Bem “generoso”. Mesmo tendo que diminuir os turnovers, gosta bastante de distribuir o jogo aos seus companheiros.

PONTOS FRACOS

– Precisa cuidar melhor da bola em certos momentos. Comete muitos turnovers.

– Não tem um bom chute de perímetro.

– Muito fraco em situações de catch and shoot (chutou 15-55, apenas 27%)

– Arremessador muito limitado. Chuta apenas 25.9% em bolas de 3PT. Pior dentre os armadores do Draft.

– Penetra muito bem no garrafão adversário, mas tem dificuldade de finalizar a jogada.

– Não consegue utilizar a mão esquerda como usa sua mão dominante (direita).

– Muito passivo em alguns momentos do jogo.

Médias na temporada 2013-14: 32 jogos, 19.3 pontos, 5.8 assistências, 6.3 rebotes, 2.3 roubos de bola, 0.6 tocos, 3.8 turnovers e chutando 50% FG.

 

Projeção: 23ª – 28ª escolha

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Prospectos NBA Draft 2014: #28 Shabazz Napier

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PONTOS FORTES

– Ótimo arremessador, dará um excelente jogo de perímetro.

– Muito bom scorer. Poderá ser muito útil vindo do banco.

– Bom jogador em transição, 1.1 pontos por posse nessa situação.

– Excelente jogador de screens. 1.1 pontos por posse nessa situação.

– Pode criar seu próprio arremesso. Muito bom nos Pick and Roll’s, ótima elevação no arremesso. 1.03 pontos por ISO.

– Não é excelente finalizador no aro, mas tem facilidade em chegar até lá.

– Tem boa visão de jogo, mas as vezes não toma a melhor decisão. 6,8 assistências por 40 minutos

– Ótimo passador em transição.

– Jogou quatro anos no College e teve uma das melhores carreiras nesse tempo. Experiente.

PONTOS FRACOS

– Não faz as melhores decisões tanto passando como pontuando. 3.2 TO por 40 minutos.

– 73% dos chutes dele vem de arremessos. – Selecionamento de chute questionável

– Não é um grande atleta. Pouco explosivo, poderá ter problemas na NBA.

– Não é um grande finalizador no aro, até pela sua explosão.

– Defensor inconsistente, não é um jogador físico na defesa.

Médias na temporada 2013-14: 40 jogos, 18.0 pontos, 5.9 rebotes, 4.9 assistências, 1.8 roubos de bola. 0.3 tocos, 2.9 turnovers e chutando 43% FG.

 

Projeção: 26ª – 30ª escolha

 

Por: Gustavo Gaspar (@gaspar83)

Prospectos NBA Draft 2014: #29 Glenn Robinson III

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PONTOS FORTES

– Jogador muito atlético

– Muito agressivo em direção á cesta

– Ótima transição da defesa para o ataque

– Alto QI de basquete

– Ótima movimentação no ataque

– Alto potencial defensivo

– Usa muito bem as duas mãos

PONTOS FRACOS

– Não consegue “criar” o ataque

– Fraco no 1×1 no ataque

– Inconsistência nos chutes de 3

– Dificuldade no catch and shoot

– Ás vezes meio “perdido” na defesa

– Aproveitamento de apenas 70% nos lances livres

Médias na temporada 2013-14: 37 jogos, 13.1 pontos, 4.4 rebotes, 1.2 assistências, 0.9 roubos de bola, 0.3 tocos, 1.2 turnovers e chutando 49% FG.

 

Projeção: 25ª – 30ª escolha

Prospectos NBA Draft 2014: #30 Mitch McGary

Michigan v Louisville

 

PONTOS FORTES

Muito competitivo, se doa o tempo todo para a equipe. Joga no seu máximo todos os jogos. Excelente reboteiro, principalmente ofensivo. Muito forte atleticamente, rápido e ágil para um pivô. Excelente fazendo bloqueios e abrindo espaço, bom jogador de Pick and Roll. Bom defensor, usa bem sua força para defender. Bom passador, tem tudo para ser um ótimo role player. Muito ativo cortando linha de passes, ótimo corredor, corra toda a quadra. Muito móvel para seu tamanho e peso.

PONTOS FRACOS

Muito limitado ofensivamente. Não tem um bom jogo de costas para a cesta, utiliza muito Pick and Roll’s para pontuar. Não tem um bom arremesso de médias distância para um pivô, limitado no Face to Face. Pequeno para um pivô e sem mobilidade para um ala-pivô, deverá ter dificuldades no inicio na NBA. Não é um bom defensor de post, apenas 1.5 tocos por 40 minutos na NCAA. Pouca agilidade lateral marcando.

Médias da temporada 2013-14: 8 jogos, 9.5 pontos, 8.3 rebotes, 1.5 assistências, 2.0 roubos de bola, 0.8 tocos, 1.6 turnovers e chutando 54.5% FG.

 

Projeção: 28ª – 30ª escolha

 

Por: Gustavo Gaspar (@gaspar83)

Prospectos NBA Draft 2014: #31 Jarnell Stokes

 

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PONTOS FORTES

É meio “errado” colocar Jarnell Stokes como um dos últimos atletas que poderão ser escolhidos nessa primeira rodada, pois ele é, sem dúvida, um dos melhores ala-pivôs desse Draft, começando pelo fato de ser, apontado por muitos, o melhor reboteiro desse Draft, usando muito bem o box out e sua ótimo físico, onde tem uma média de 13.5 rebotes por 40 minutos. Além disso, Stokes é um dos melhores jogadores que jogam de costas pra cesta, com um aproveitamento de quase 65% jogando na tábua. Outro fator bem positivo de Stokes é a sua “coragem” nas jogadas dentro do garrafão. Ele simplesmente não tem medo do contato, tanto que, per 40 minutes, ele chuta 8.0 lances livres de média. Defensivamente, ele não é um fenomenal, mas, usando sua força elevada, consegue fechar bem os cantos, evitando que seu matchup vá com facilidade pra cesta.

PONTOS FRACOS

Nem tudo é perfeito, certo? Bom, primeiramente, Stokes não é um jogador muito bom quando o assunto é jogo de perímetro. Além disso, ele tem bastante dificuldade em bater pra dentro pra conseguir a bandeja. Se atrapalha em alguns momentos, ás vezes até “anda” na jogada. Um problema que também pode prejudicar Stokes na NBA é o jogo contra atletas de uma envergadura/altura bastante elevada, pois ele tem um pouco de dificuldade em desenvolver seu jogo nestes momentos. Pra fechar, como eu havia dito, ele não é um defensor ruim, mas passa (bem) longe de ser incrível. Seu potencial defensivamente é muito baixo. Ele não consegue marcar muito bem, jogadores com uma alta estatura. No pick and roll ele também não vai bem. Abre muitos espaços para o jogador que está com a bola, dar o passe em direção ao seu matchup. E pra fechar, mesmo com todo seu bom físico, ele não consegue proteger bem o aro contra as infiltrações dos seus adversários.

Médias da temporada 2013-14: 35 jogos, 15.0 pontos, 10.5 rebotes, 2.0 assistências, 0.7 roubos de bola, 1 toco e chutando 53.5% FG.

 

 

Projeção: 25ª – 31ª escolhas

Prospecto NBA Draft 2014: #32 Walter Tavares

Bom, a partir de hoje, começaremos nossas prévias dos 32 principais prospectos para o Draft da NBA. A cada dia postaremos um post sobre um prospecto, dando informações sobre o atleta e seus pontos fortes e fracos, além da provável projeção dele no Draft.

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Idade: 22 anos

Posição: Pivô

Equipe: Gran Canaria-ESP

Altura: 2,20m

PONTOS FORTES

Tavares é um pivô muito forte e atlético, com ótimos atributos físicos. Muito rápido para o seu tamanho, ótimo jogador no Pick and Roll. Muito ágil, corre toda a quadra com muita facilidade, ótimo na recuperação defensiva usando sua agilidade. Ótimo reboteiro nos dois lados da quadra, excelente executando o box out. Bom protetor de aro, ótimo timing, razoável defensor de post, consegue usar muito bem seu tamanho e envergadura para defender. Excelente batedor de lance-livres (74%), ótima mecânica de arremesso.

PONTOS FRACOS

Ainda muito limitado ofensivamente, começou a jogar basquete em 2010. Maioria dos pontos vem de enterradas e Pick and Roll’s, não tem um bom gancho. Nulo no jogo de post, sem nenhuma habilidade e “manha”. Não tem grande explosão, salto vertical ruim apesar de ser forte e ágil. Ainda falta fundamentos defensivos para ele, principalmente num nível tão elevado como o da NBA.

Médias da temporada 2013-14: 31 jogos, 6.0 pontos, 6.6 rebotes, 0.2 assistências, 0.5 roubos de bola, 1.8 tocos e 59.4% nos arremessos de quadra.

Projeção: 28ª – 33ª escolha

 

Escrito por: Gustavo Gaspar (Gaspar 83)

O quanto Ibaka é importante em OKC

Segundo alguns “entendedores” do melhor basquete do mundo, Serge Ibaka é um dos 10 melhores ala-pivôs da liga… não penso assim, acho que tem, ainda, uns 2 ou 3 melhores que ele, mas uma coisa eu não discordo: o quanto ele é importante no esquema de jogo do Thunder.

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Como eu disse no primeiro parágrafo, Ibaka não é, pelo menos pra mim, um ala-pivô Top 10 da liga. Claro, ele é novo ainda, mas ainda falta um bom jogo de costas pra cesta e um bom chute de mid-range (mesmo ele que ele já tenha melhorado bastante). Defensivamente ele é, sem dúvida, um dos melhores junto com Tim Duncan Anthony Davis. Protege muito bem o aro, tem uma impulsão gigantesca e gosta muito do jogo físico com o adversário. O Thunder vem sofrendo bastante na série contra o San Antonio Spurs com a ausência de Ibaka, pois não tem outro jogo no elenco que faça bem o papel dele em quadra. Tim Duncan já tem dois duplo-duplos em duas partidas da série e a tendência é apenas que estrago cresça cada vez mais.

Muitos pensam que o Ibaka “só vive” de toco, por isso que ele é considerado um ótimo defensor… mas não é bem assim. Não importa se é no post ou quando o matchup dele bate pra dentro, ele consegue fechar muito bem os espaços, forçando o erro do adversário. Vejam nesse lance contra Blake Griffin815056127

Voltando pra série contra os Spurs, Ibaka teve médias muito boas nos 4 jogos contra a equipe texana na temporada regular: 14 pontos por jogo, 11.5 rebotes por jogo e incríveis 4.0 tocos por jogo, ou seja, isso mostra a o quanto ele foi importante tanto na parte ofensiva, “liberando” mais Russell Westbrook Kevin Durant pro jogo, e na parte defensiva, com uma marcação muito forte pra cima de Tim Duncan e fechando muito bem o garrafão por conta das infiltrações de Tony Parker e cia.

Um dos pilares pra a campanha fantástica na temporada regular do Thunder foi ele, mas isso é meio que ofuscado pela presença de Westbrook e Durant em quadra. Nesse lance podemos ver a rápida “reação” dele no lance contra o brasileiro Tiago Splitter:

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Resumindo: O Thunder vai continuar sofrendo sem um xerife dentro do garrafão e com o Duncan jogando o que tá jogando. Durant não tem a liberdade que teve nas últimas duas séries por conta da marcação muito forte (e perfeita) do Kawhi Leonard pra cima dele. Westbrook tendo muita dificuldade contra o Parker, por outro lado, o francês está com uma liberdade imensa pra bater pra dentro sem um jogador pra proteger o aro. Quem seria esse jogador? Serge Ibaka.

"Tô fazendo uma falta..."
“Tô fazendo uma falta…”

NHL com planos para testar nova tecnologia

 

Tecnologia chega para beneficiar as equipes
Tecnologia chega para beneficiar as equipes

Com o passar dos anos o hóquei vai ficando para trás em relação à tecnologia ajudando a favor das equipes e a melhorar ainda mais e trazer mais fãs obcecados por informações mais detalhadas e de estudo de determinado jogador.

Algumas equipes da liga têm procurado na tecnologia, outras formas de avaliar o jogo e seus jogadores, não só por números de chutes ou por tempo no gelo.  A NHL planeja na próxima temporada testar uma nova tecnologia para acompanhar os jogadores e produzir um novo e vasto conjunto de informações que provavelmente ajudará muito as equipes a serem mais competitivas.

O novo sistema será testado no início da temporada 2015-16, de acordo com John Collins, diretor de operações da NHL. Com isso os times da liga poderão reunir e analisar informações mais completas e avançadas sobre seus jogadores e adversários, como o local favorito de chute de um determinado jogador, que já está bem próximo de se tornar realidade. Primeiro a NHL tem de decidir quais tecnologias testar, com SportVision e SportVU, ambos são os principais candidatos.

A liga tem como objetivo testar um ou mais sistemas, com 5-8 equipes. Um dos objetivos seria de enviar todas as informações para as emissoras da liga. SportVU começou a trabalhar com um pequeno números de times da NBA, há quatro anos, e a liga já assinou para receber informações de todos os times no início desta temporada. A posse do disco poderia ser uma novidade que vem junto a essa nova tecnologia.

A SportVU gravou alguns jogos do Capitals como teste inicial, mais teve problemas em rastrear o disco. Já a Sportvision vem com a ideia de um chip instalado no disco. Isso deve ser discutido mais a frente e cabe a NHL decidir qual empresa fornecerá as informações e como será e cabe a nós, fãs esperarem e torcer para que a liga e a tecnologia andem sempre juntas.

NFL Draft 2014 – 2ª rodada

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33ª escolha – Houston Texans seleciona: G Xavier Su’a-Filo (UCLA)

34ª escolha – Dallas Cowboys seleciona (via Redskins): DE DeMarcus Lawrence (Boise St.)

35ª escolha – Cleveland Browns seleciona: OT Joel Bitonio (Nevada)

36ª escolha – Oakland Raiders seleciona: QB Derek Carr (Fresno St.)

37ª escolha – Atlanta Falcons seleciona: DT Ra’Shede Hageman (Minnesota)

38ª escolha – Tampa Bay Buccaneers seleciona: TE Austin Seferian-Jenkins (Washington)

39ª escolha – Jacksonville Jaguars seleciona: WR Marqise Lee (USC)

40ª escolha – Detroit Lions (via Seahawks) seleciona: LB Van Noy (BYU)

41ª escolha – St. Louis Rams (via Bills) seleciona: CB LaMarcus Joyner (Florida St.)

42ª escolha – Philadelphia Eagles (via Titans) seleciona: WR Jordan Matthews (Vanderbilt)

43ª escolha – New York Giants Giants seleciona: C Weston Richburg (Colorado St.)

44ª escolha – Buffalo Bills (via Rams) seleciona: T Cyrus Kouandjio (Alabama)

45ª escolha – Seattle Seahawks (via Lions) seleciona: WR Paul Richardson (Colorado)

46ª escolha – Pittsburgh Steelers seleciona: DT Stephon Tuitt (Notre Dame)

47ª escolha – Washington Redskins (via Lions) seleciona: LB Trent Murphy (Stanford)

48ª escolha – Baltimore Ravens seleciona: DT Timmy Jernigan (Florida St.)

49ª escolha – New York Jets seleciona: TE Jace Amaro (Texas Tech)

50ª escolha – San Diego Chargers (via Dolphins) seleciona: LB Jerry Attaochu (Georgia Tech)

51ª escolha – Chicago Bears seleciona: T Ego Ferguson (LSU)

52ª escolha – Arizona Cardinals seleciona: Te Troy Niklas (Notre Dame)

53ª escolha – Green Bay Packers seleciona: WR Davante Adams (Fresno St.)

54ª escolha – Tennessee Titans (via Eagles) seleciona: RB Bishop Sankey (Washington)

55ª escolha – Cincinnati Bengals seleciona: RB Jeremy Hill (LSU)

56ª escolha – Denver Broncos (via 49ers) seleciona: WR Cody Latimer (Indiana)

57ª escolha – San Francisco 49ers (via Dolphins) seleciona: RB Carlos Hyde (Ohio St.)

58ª escolha – New Orleans Saints seleciona: CB Stanley Jean-Baptiste (Nebraska)

59ª escolha – Indianapolis Colts seleciona: T Jack Mewhort (Ohio St.)

60ª escolha – Carolina Panthers seleciona: DE Kony Ealy (Missouri)

61ª escolha – Jacksonville Jaguars (via 49ers) seleciona: WR Allen Robinson (Penn St.)

62ª escolha – New England Patriots seleciona: QB Jimmy Garoppolo (Eastern Illinois)

63ª escolha – Miami Dolphins (via 49ers) seleciona: WR Jarvis Landry (LSU)

64ª escolha – Seattle Seahawks seleciona: T Justin Britt (Missouri)

O azar do Sacramento Kings

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Para se formar um bom time, você tem que misturar experiência com muita juventude em um elenco, certo? O caso do Sacramento Kings é quase o mesmo, mas sempre falta alguma coisa para essa equipe deslanchar de vez na NBA. Qual seria o problema? Jogadores jovens DEMAIS? Falta de experiência? Jogadores que não rendem como deveriam? Bom, pelo o que parece, é a mistura de tudo isso. Então vou explicar nesse texto alguns dos erros que fazem o Sacramento Kings NÃO ser um dos melhores times da NBA.

Toda temporada eu digo que acredito numa temporada melhor dos Kings, pelo fato do time ser muito novo e com um potencial altíssimo, mas, nos últimos anos, venho me decepcionando com o resultado. Um time liderado por jovens jogadores é sempre bom, a expectativa por uma temporada melhor sempre chega á tona, mas no caso do time Californiano, falta alguma coisa que não está acontecendo ou não está dando certo, porque um time que tem jogadores como DeMarcus Cousins (um dos melhores pivôs da liga), Isaiah Thomas (que ainda não se sabe se volta ou não pra Sacramento na próxima temporada) e Rudy Gay (um dos melhores scorers da liga) não pode ser mais um time no lado Oeste, pois é muita qualidade em um time só… mas um time não é feito só com os titulares, certo?

Olhando para o banco dos Kings (hoje) vemos jogadores como Quincy Acy, Willie Reed e Travis Outlaw, que não conseguem contribuir em nada para o benefício do time. Mas óbvio que existem algumas exceções como Jason Terry (que nem jogou por conta de uma contusão) e Jason Thompson. Mas isso é muito pouco para um time que quer crescer como time e, principalmente, retornar a ser uma grande franquia como o elenco de 2002 que tinha como principal destaque: Chris Webber.

Outro fato que pode se destacar, pelo menos nessa temporada, é que um dos jogadores mais badalados do Draft, Ben McLemore, fez uma temporada bem (mas bem MESMO) do esperado. Não sei se é porque o time já outros franchise players como DeMarcus Cousins, mas foi uma temporada bem abaixo.

Outro fato citado no começo do texto é a falta de experiência no time. Entendam que experiência não é ter uma idade muito avançada e sim já ter passado por várias coisas na liga, como idas aos Playoffs e até a finais da NBA. Esse seria uma dos benefícios com a chegada de Jason Terry no elenco, mas ele nem jogou e não pôde ajudar em nada.

Resumindo: Falta muita coisa ainda pros Kings ficarem entre os Tops da NBA, mas que tem muito potencial pra isso, tem. Deve contratar bem no mercado e draftar uma ótimo jogador, já que tem uma escolha alta (Top 10). Torço muito para que esse time volte a ser o que era antes, mas alguns problemas atrapalham isso.